Saúde

Síndrome do Pânico – Causas, sintomas e tratamentos

Síndrome do Pânico

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A síndrome do pânico, na linguagem psiquiátrica chamada de transtorno do pânico, é uma enfermidade que se caracteriza por crises absolutamente inesperadas de medo e desespero.

 

Essa falsa impressão de morte iminente pode ser facilmente confundida com os sintomas de um AVC ou ataque cardíaco. As crises da síndrome do pânico aparecem de forma súbita, fazendo com que o indivíduo esqueça do ambiente ao seu redor e passe apenas a prestar atenção nas reações físicas provocadas pela crise.

 

Em boa parte dos casos a duração de cada crise não ultrapassa os 40 minutos, por outro lado, os intervalos entre uma crise e outra variam significativamente, o que acaba por comprometer ainda mais a qualidade de vida das pessoas que sofrem de tal condição. Dentre os sintomas mais comuns da síndrome de pânico, estão:

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Ansiedade intensa e medo;

Sensação de morte iminente;

Palpitação (batedeira no coração);

Sudorese fria;

Tremor;

Dor em região precordial;

Dificuldade para respirar;

Agorafobia – medo de frequentar locais públicos, onde seria

difícil encontrar ajuda no caso de um ataque de pânico;

Fraqueza nas pernas.

 

 

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As causas da síndrome ainda não foram completamente reveladas, apesar de haverem indícios de que a condição esteja associada à fatores genéticos, grande parte dos casos ocorre mesmo sem que exista histórico familiar. Vale ressaltar que alguns fatores estão diretamente ligados à síndrome do pânico, são eles:

 

Uso abusivo ou irregular de medicamentos;

Patologias secundárias (como hipotireoidismo e depressão);

Uso de drogas ilícitas ou de álcool;

Intenso estresse emocional;

Predisposição genética.

 

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Felizmente, existem tratamentos eficazes contra a síndrome do pânico, onde o uso de medicamentos e terapia cognitivo-comportamental geralmente são adotados. Em poucas semanas as crises da síndrome do pânico irão se tornar cada vez menos frequentes, até desaparecem por completo, permitindo que o indivíduo leve uma vida normal novamente. É essencial consultar um médico para que seja dado início ao tratamento o quanto antes.

fonte: aperta enter.

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