A Origem do Lápis

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É no século XII que surgem os primeiros lápis feitos com a mistura de estanho e chumbo, conhecido como lápis de prata.

Os primeiros lápis de grafite surgem no século XVI após a descoberta de uma fonte de grafite pura em Inglaterra. As barras de grafite eram cortadas em pedaços e posteriormente embrulhadas em peles de ovelha ou cordeiro, ou ainda em cordões. O mineral era misturado com gomas, resinas e colas. Esta mistura era então colocada numa ranhura de um pedaço de madeira, geralmente cedro e atado com um cordel. À medida que a mina se ia gastando, o cordel era desenrolado.

O grafite duro usado por todos nós atualmente, surgiu em França, no século XVIII. Napoleão, de costas viradas para a Inglaterra, o grande fornecer de grafite, pediu aos cientistas franceses que inventassem um seu substituto. Foi então que o químico francês Nicholas Conté desenvolveu um novo processo de fabrico de lápis.

Esse processo consistia em misturar argila e água, com uma pequena porção de grafite em pó. Após a modelagem, os lápis eram colocados a altas temperaturas para que solidificassem. Posteriormente, eram envoltos em madeira dura, de forma a proteger o grafite. Surgiram assim os lápis usados nos tempos modernos, com diferentes graus de dureza, dependendo das temperaturas a que era sujeita a mistura.

Lapiseiras

Entretanto, embora o lápis se mantenha, com o passar dos anos ele foi perdendo alguma da sua popularidade em favor da  lapiseira que, ao contrário da caneta com carga de tinta, tem  no seu interior uma fina mina de grafite.

Fonte:

http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/lugares/escrever na escola/lapis

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