Cúrcuma: conheça essa raiz e seus benefícios

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Cúrcuma, também conhecida como açafrão;

curcuma

A cúrcuma é uma raiz pertencente à família do gengibre, originária do sudeste asiático, também conhecida por açafrão.

Além de sua principal utilização como condimento, possui substâncias que propiciam muitos benefícios à saúde. Suas raízes contêm óleo essencial, além de substâncias corantes, como a curcumina (de coloração amarelo-avermelhada), responsável pela grande maioria dos seus benefícios.

 

 

 

DEZ BENEFÍCIOS DA CÚRCUMA

1 – Auxilia na redução da gordura localizada, por diminuir a inflamação presente no tecido adiposo.

2 – Antioxidante – Neutraliza a ação de substâncias que oxidam e por isso deterioram nossas células corporais.

3 – Antialérgica – Reduzir a produção corporal de histaminas, que são substâncias que causam reações alérgicas e inflamatórias. Atualmente, pelo perfil alimentar geral da nossa sociedade (fast food, gorduras saturadas e açúcares), estimula-se a produção demasiada de histaminas, assim, a cúrcuma toma lugar muito importante na alimentação dos brasileiros.

4 – Anti-inflamatória – Reduz a liberação de hormônios pró-inflamatórios e reduz a histamina que, além de alergênica, também é um composto inflamatório. Uma alimentação não balanceada também é a causa de muitas doenças inflamatórias.

5 – Auxilia na reparação muscular – Repara os danos oxidativos que ocorrem nas células musculares após a prática de exercícios físicos.

6 – Anticancerígena – Impede que ocorram multiplicações de células com alteração em seu DNA, e assim evita a formação de tumores.

7 – Atua também como um potente agente antienvelhecimento pelas suas propriedades antioxidantes e fotoprotetoras, atuando na proteção da elastina e do colágeno, que são responsáveis pelo tônus da nossa pele.

8 – Estudos evidenciam um resultado melhor quando a cúrcuma está associada a pimenta (que conhecemos por curry, neste caso), que facilita a absorção.

9 – O óleo extraído da rizoma de cúrcuma pode auxiliar na prevenção da contaminação por fungos.

10 – É uma alternativa ao uso de agrotóxicos em lavouras, pois possui capacidade antifúngica e antibacteriana.

 

AUXILIA NO EMAGRECIMENTO

A cúrcuma auxilia no metabolismo e reduz o potencial inflamatório do tecido adiposo, favorecendo a utilização das gorduras como substrato energético em dietas de emagrecimento.

 

COMBATE DOENÇAS

alçafrãoPode ser utilizada no tratamento de alergias, doenças inflamatórias (artrite, doença inflamatória intestinal, doença de Crohn, colite ulcerativa, sinusite), reumatismo, fibrose cística, prevenção de problemas hepáticos e câncer.

– Nas doenças inflamatórias e alergênicas, a cúrcuma atua inibindo a liberação de histaminas (agente pró-inflamatório corporal) e estimula as glândulas suprarrenais para aumentar a produção de hormônio que reduz a inflamação.

– Em relação aos problemas hepáticos, livra o fígado dos efeitos nocivos de certas toxinas, como o álcool e medicações, além de estimular o fluxo da bile, contribuindo para a digestão de gorduras consumidas na alimentação.

– A ação anticancerígena advém da sua capacidade de proteção contra danos oxidativos e mutações no DNA celular.

– A cúrcuma também atenua: flatulência, tensão pré-menstrual, cólicas, má digestão, dificuldades na circulação sanguínea.

 

COMO CONSUMI-LA

Adicione a cúrcuma em pratos com frango, peixe, arroz, batatas, molhos, vegetais, ovos e até receitas de biscoitos e bolos. Para os que não apreciam o sabor da cúrcuma, é possível consumi-la na forma de cápsulas, como um complemento alimentar.

 

QUANTIDADE DIÁRIA

Não há dose diária recomendada, pois a cúrcuma não é considerada um nutriente essencial. Além disso, é importante verificar as limitações de cada organismo e personalizar a dose. Estima-se que o consumo máximo fique em torno de 1/2 colher de sopa ao dia.

 

CUIDADOS

O consumo excessivo pode causar dor de estômago e outros distúrbios gastrintestinais. O uso de cúrcuma não é recomendado em casos de doença cardíaca congestiva, com cálculos biliares, cólica biliar aguda, doenças do fígado ativas, gravidez (ou em caso de amamentação) e distúrbios de coagulação do sangue.

 

fonte:wp.clicrbs

Publicado por: Celso Serafim

 

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